enquanto o sorriso se apaga,
pede uma pausa e se recolhe...
As horas se plantam miúdas,
num tempo onde a saudade
exausta, pede colo em vão...
Os pés se mostram cansados
e caminhar já não é algo tão fácil
quando não se reconhece o chão...
As asas pesadas
há tempo não arriscam o voo
e minha alma adormece cansada...
As palavras de amor que tanto guardei,
lançam-se confusas pra dentro
e minha mão recolhe o carinho...
Calam-se nos lábios os beijos,
aqueles que tanto ensaiei
e que por ironia do destino, não dei...

Ver sua poesia assim deslindar tão tristemente é associar a ti fardos. A musa da poesia que caminha suave as trilhas poéticas, quiçá seja somente inspiração e que o sentir o qual aludes não esteja remetendo-a a desilusão e um desamor. É sempre bo te ler, mas sê sinto tristeza fico triste também. Grande beijo e que o ano que finda leve de ti toda dor, desesperança e também seque-lhe lágrimas se houver.
ResponderExcluirDesejo-lhe boas festas e luz. Um 2015 pleno de felicidade.